Infraestruturas

ROLLING INFRA ESTRUTURAS

Evolução das Infraestruturas

O crescimento das organizações e do seu negócio causa um consequente crescimento e dependência das tecnologias de informação e comunicação, nomeadamente o número de aplicações informáticas, quantidade de dados armazenados, aumento e diversidade de equipamentos e necessidades de conetividade e mobilidade.

Transversalmente a todos estes fatores está subjacente o fator risco e segurança. Esta dinâmica gera um conjunto de desafios que requerem uma visão holística e a adoção de soluções escaláveis, modulares e flexíveis, permitindo uma mais rápida adaptação a novas realidades.

As exigências das organizações, ainda que por vezes momentâneas e esporádicas, terão de ser satisfeitas de forma proactiva pois, caso contrário, poderão de alguma forma penalizar ou atrasar a estratégia do negócio.


Virtualização da Infraestrutura

É muito frequente encontrar organizações que possuem infraestruturas físicas dedicadas para cada aplicação/serviço, nomeadamente servidores. Por outro lado, devido ao custo dos servidores físicos, muitas organizações optam por concentrar num único servidor físico todas as aplicações e serviços.

Apesar da existência de produtos que supostamente reduzem os tempos de paragem associados à falha, normalmente estes possuem vários constrangimentos, nomeadamente a complexidade de implementação, a limitação no suporte para diferentes sistemas operativos (SO) e ainda os custos de licenciamento associados, que tendem a ser significativos. Tal implica que no caso de avaria física de um servidor, haverá quebras de disponibilidade dos recursos associados e o consequente impacto no negócio.

Em casos extremos, a reposição do bom funcionamento do sistema estará condicionada fisicamente quanto à disponibilidade de um novo servidor, reposição de sistema operativo e aplicações e restauro do último backup disponível.

O tempo associado a este processo de reposição dos sistemas poderá demorar entre dias a semanas, comprometendo a organização numa perspetiva de custos e imagem perante os seus clientes e parceiros.

Outra problemática comum tem a ver com a manutenção da infraestrutura, que terá de ser cuidadosamente planeada, nomeadamente no que diz respeito aos tempos de paragem associados, por falta de alternativa de mobilidade de processamento aplicacional, ou seja, pela inexistência de serviço durante o período de intervenção.

As intervenções deverão ser realizadas de forma calculada e prevista numa determinada janela temporal, evitando na medida do possível, o impacto no período laboral. Tais intervenções devem ainda contemplar planos de contingência cuidados que permitam a reposição normal do serviço, no caso de derrapagens ou problemas durante a intervenção.


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